Direito Previdenciário
Atuação administrativa e judicial junto ao INSS e à Justiça Federal, do requerimento inicial ao planejamento da melhor aposentadoria possível.
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Orientação jurídica clara para quem precisa entender seus direitos e tomar decisões com mais segurança.
Atuação em Direito Previdenciário, Direito Trabalhista e Regime Próprio dos Servidores Públicos, com atendimento presencial e online.

Cada situação possui particularidades e precisa ser analisada de acordo com o caso concreto.
Atuação concentrada em três frentes, com análise individual de cada caso.
Atuação administrativa e judicial junto ao INSS e à Justiça Federal, do requerimento inicial ao planejamento da melhor aposentadoria possível.
Serviços previdenciários em Regime Próprio: análise de tempo, certidões, revisões e planejamento para servidores públicos.
Defesa dos direitos do trabalhador: verbas rescisórias, horas extras, adicionais, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

Sou advogada (OAB/RS 130.945), especialista em Direito Previdenciário e Trabalhista, e tenho como propósito transformar inseguranças em direitos, sempre com ética, empatia e dedicação.
Para mim, a advocacia não se resume a petições e audiências: ela nasce da escuta atenta, da sensibilidade para entender cada história e da estratégia para alcançar o melhor resultado.
Minha missão é oferecer um atendimento humano e transparente, explicando cada passo do processo de forma clara, para que você se sinta seguro(a) e confiante em todas as decisões.
Pelo WhatsApp, contando resumidamente a sua situação.
Escuta atenta da sua história e dos documentos disponíveis.
Avaliação técnica das particularidades do caso concreto.
Explicação clara dos caminhos possíveis, sem promessas de resultado.
Atendemos clientes de todo o Brasil, de forma presencial e online. Estou pronta para ouvir o seu caso e orientar você com segurança jurídica e transparência.
Respostas gerais e informativas. A orientação definitiva depende da análise do seu caso.
A ausência de registro na carteira não elimina, por si só, a existência da relação de trabalho. O que se analisa é como o trabalho era prestado no dia a dia e quais provas existem (mensagens, comprovantes de pagamento, testemunhas, documentos). A partir dessa análise é possível avaliar quais verbas podem ser discutidas no seu caso.
O primeiro passo é reunir tudo o que registre a sua jornada: controles de ponto, escalas, mensagens, e-mails e recibos de pagamento. Com esse material é possível verificar se há diferenças não pagas e definir o caminho mais adequado, administrativo ou judicial.
Situações urgentes, especialmente quando existem prazos em curso, são avaliadas com prioridade. Entre em contato pelo WhatsApp informando resumidamente a situação e o prazo envolvido para que o atendimento seja organizado.
É feita a conferência do termo de rescisão, dos holerites e do contrato para comparar o que foi pago com o que era devido conforme a modalidade de desligamento. Havendo diferenças, elas são apontadas e discutidas.
Depende das condições concretas do ambiente de trabalho, dos agentes a que você esteve exposto e da existência de medidas de proteção. A análise costuma envolver documentos da empresa e, em alguns casos, prova técnica.
Acidentes de trabalho podem envolver tanto questões trabalhistas quanto previdenciárias, como a emissão da CAT, o afastamento e eventuais benefícios. Cada caso depende da documentação médica e das circunstâncias do acidente, por isso a análise é individual.
O BPC/LOAS é um benefício assistencial destinado a pessoas idosas ou com deficiência que atendam aos critérios previstos em lei, inclusive de renda familiar. O requerimento é feito junto ao INSS e exige documentação específica, que precisa ser analisada caso a caso.
A negativa não encerra o assunto. É possível analisar o motivo do indeferimento na carta de decisão e avaliar o cabimento de recurso administrativo, novo requerimento ou ação judicial, conforme a situação.
A pensão por morte é destinada aos dependentes previstos na legislação e a duração varia conforme fatores como o tipo de dependência, a idade e o tempo de contribuição. A avaliação depende dos documentos do falecido e dos dependentes.
A revisão é possível em determinadas hipóteses, como períodos não computados, vínculos ausentes no CNIS ou erros no cálculo. É necessário analisar a carta de concessão e o histórico contributivo para verificar se há fundamento e se o prazo ainda está disponível.
O benefício por incapacidade temporária pressupõe, entre outros requisitos, incapacidade para o trabalho por mais de 15 dias, qualidade de segurado e carência, salvo exceções previstas em lei. A documentação médica é decisiva na análise.
As regras variam conforme o ente ao qual você é vinculado, a data de ingresso no serviço público e as normas de transição aplicáveis. Por isso, a resposta depende da análise da sua ficha funcional e do tempo averbado.
O aproveitamento de tempo entre regimes é feito por meio de contagem recíproca, com a certidão adequada. É preciso verificar quais períodos podem ser averbados e como impactam a sua aposentadoria.
Existem diferentes regras de transição, aplicáveis conforme a data de ingresso e a situação de cada servidor. A definição da regra mais vantajosa exige o levantamento completo do tempo de contribuição.
Sim, em determinadas hipóteses, como erros de cálculo, parcelas não consideradas ou discussões sobre paridade e integralidade. A análise parte do ato de concessão e dos contracheques.
A CTC é solicitada ao regime em que o tempo foi prestado, com documentação que comprove os períodos. Também é importante conferir se a certidão emitida está correta antes de utilizá-la.
Análises escritas pela Dra. Franciele Marques sobre temas atuais.
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